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Dia dos Fiéis Defuntos

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Procura-se um Amigo


Procuro, diz Deus, um Amigo. Precisa ser amigo, ter sentimentos e coração. Precisa saber falar e calar, mas, sobretudo, saber ouvir muito as pessoas. Tem que gostar da alegria, da fraternidade, do divino que se esconde em cada pessoa, em cada pobre. Deve saber descobrir pontos de luz quando a vida se torna escura para si e para os irmãos.
Tem que saber amar, ter um grande amor, ser apaixonado por MIM, ou, então, sentir remorsos de não me amar loucamente. Deve amar seus irmãos, o próximo, o pobre e debruçar-se ternamente para acolher toda dor e, como EU, deve interessar-se pela evangelização e promoção integral do ser humano. Pode ter defeitos, pois as faltas fazem parte da história dos homens que procuram Cristificar-se tornando-se por conseqüência, mais humanos e fraternos.
Procuro, diz Deus, um amigo. Deve ser amável como foi Jesus Cristo e, como ele, ter um grande ideal, uma capacidade enorme de ver-Me presente em qualquer necessitado.
O amigo, diz Deus, deve ter um grande ideal e medo de perdê-lo e, no caso de assim não ser, deve sentir o enorme vazio que a ausência de ideal provoca na vida daqueles que se propõe a representar a ternura de Deus.
Seu principal objetivo deve ser o de ser amigo que inspire confiança, evangelize pelo testemunho, e que revele em seus atos a misericórdia divina para com os marginalizados. Melhor falando, deve aceitar a nobre missão de restaurar a minha imagem mutilada em tantas vidas...
Deve sentir-se incompleto, aceitar a ação divina trabalhar em sua alma e aceitar igualmente a ajuda mútua. Tem obrigatoriamente que ser corajoso, acolhendo com humildade os questionamentos, a correção fraterna. Não pode guardar rancor, porque, se assim fizer, os que com ele viverem sentir-se-ão privados da ternura de Deus. Por outro lado, seu coração deve ser como o meu, onde há lugar para santos e pecadores. Deve gostar de pessoas, de misturar-se com elas, de buscar sua felicidade e promoção integral. Mas, isso acontecerá se for uma alma cheia de luz, pois deverá iluminar a tantos os que estão nas trevas..
Procuro um amigo que seja simples, pobre, humilde e amante da vida. Ardoroso e fiel ao Reino como foi Jesus. Alguém que sinta seu coração arder, que saiba conversar com os simples e antecipe-se às suas necessidades, evitando assim que passem pela humilhação de terem que pedir.
O mundo precisa de amigos para não enlouquecer, para não perder a esperança, para não pensar que Deus está distante e o povo abandonado. Deve ele saber perder tempo ouvindo o outro, para que ele possa contar o que viu de belo, de triste durante o dia, ou melhor, durante os dias, os anos de sua vida. Saiba parar para ouvir os anseios, os sonhos, as utopias que os outros carregam dentro de si.
Deve ter uma alma sensível, capaz de perceber os apelos divinos que passam pelos gritos silenciosos dos pobres do povo e preferir os abandonados, os excluídos de todas as dimensões. O amigo precisa ser alguém de quem os outros possam aproximar-se sem receio e que após encontrá-lo possa-se dizer que valeu apenas.

O mundo, a Igreja, a sociedade, a família, as pessoas necessitam de amigos para chorar, para servir de SOS a seus desesperos e angústias, para terem a certeza de que Eu não os abandonei e que é possível meu nascimento na noite escura de Belém humana. Urgentemente necessito de alguém que mostre Meu rosto ao mundo e se o amigo não fizer quem o fará? Com quem posso contar?
Os amigos precisam ser assim: pessoas capazes de despertar a esperança, a coragem, a bravura diante dos desafios. Seu exemplo deve ser capaz de reforçar os fracos, animar os que lutam e dizer com a vida que a esperança não morreu e que a vida ainda existe.
O amigo deve ter os olhos cheios de luz para ver o bem que existe em si e nos outros. Como Eu, deve olhar as pessoas com respeito, ternura, devoção e apostar tudo nas capacidades de regeneração e crescimento humano. Preciso sim, deles para que com Cristo, permaneçam de braços abertos para acolher os feridos de todas as batalhas.
Ele deve ser convicto de seus deveres, de seu ideal. Ter plena consciência da grandeza divina de sua missão e sentir a responsabilidade de colaborar com Cristo na redenção da humanidade.
No mundo das exterioridades e das aparências deve ele cativar pela sua beleza interior. Diante dele as pessoas devem ficar encantadas reconhecer facilmente que é morada de Deus, seu ministro, que os valores eternos não foram massacrados porque ele os cultiva para si e para os outros.
Na sociedade de consumo, ele é convidado a dar o espetáculo da gratuidade, da alegria de partilhar sua vida, seus dons, sua consagração. Sejas tu assim. Não te amedrontes pensando que o ideal está muito além de teu alcance, porque ao teu esforço, Eu acrescentarei minha graça.
Esta união de forças terá resultado surpreendente, pois, agrada-Me fazer grandes coisas com quem confia em Mim. Revelei-te meu desejo, desvendei-te meu sonho. Desejo que sejas assim, ou que ao menos aspire e esforce-te para ser assim. Será que posso contar contigo?
Contudo, podemos resumir tudo dizendo que:
Há amigos que lutam por um dia e são bons;
Há outros que lutam por um ano e são melhores;
Há os que lutam muitos anos e são muitos bons.
Porém, há amigos que lutam por toda a vida.
Esses são considerados imprescindíveis.
Sejas tu, um amigo imprescindível

(AUTOR DESCONHECIDO)

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Noticias de Roma

Domingo, 02 de maio de 2010, 11h47

Papa venera Santo Sudário em Turim, norte da Itália

Da Redação

''Cristo enfrentou a cruz para colocar um limite ao mal'', diz Papa em Turim
Bento XVI realizou, neste domingo, sua visita pastoral à cidade de Turim, norte da Itália, para venerar o Santo Sudário, mortalha que teria envolvido o corpo de Cristo ao ser colocado no túmulo. O pontífice partiu esta manhã às 8h15 do aeroporto romano de Ciampino e chegou às 9h15 locais ao aeroporto de Turim, onde foi acolhido pelo Cardeal Severino Poletto, Arcebispo de Turim, e outras autoridades eclesiais, além dos representantes do governo e pelo prefeito dessa cidade. A seguir, o Papa se dirigiu para a Praça São Carlos onde foi acolhido por mais de 50 mil fiéis. Bento XVI agradeceu a população de Turim pelo caloroso acolhimento e iniciou a celebração da Eucaristia. Em sua homilia, Bento XVI ressaltou que no passado a Igreja em Turim "conheceu uma rica tradição de santidade e generoso serviço aos irmãos graças à obra de zelosos sacerdotes, religiosos, religiosas de vida ativa e contemplativa e de fiéis leigos". Sendo assim, as palavras de Jesus no Evangelho de hoje, 'Como eu vos amei, amai-vos também uns aos outros', "adquirem uma ressonância particular para esta Igreja, uma Igreja generosa e ativa, a começar por seus padres" – frisou o papa. O Santo Padre sublinhou que "amar os outros como Jesus nos amou é possível somente com aquela força que nos é comunicada na relação com Ele, especialmente na Eucaristia, em que o seu Sacrifício de amor que gera amor se torna presente de modo real". O Papa disse aos sacerdotes, diáconos, religiosos e religiosas de Turim, para que "centralizem sua existência no essencial do Evangelho; cultivem uma real dimensão de comunhão e fraternidade dentro do presbitério, de suas comunidades, nas relações com o Povo de Deus; testemunhem no ministério o poder do amor que vem do Alto". O Pontífice sublinhou que "a vida cristã, caros irmãos e irmãs, não é fácil; sei que também em Turim não faltam dificuldades, problemas, preocupações: penso, em particular, naqueles que vivem concretamente a sua existência em condições de precariedade, por causa da falta de trabalho, da incerteza pelo futuro, pelo sofrimento físico e moral; penso nas famílias, nos jovens, nas pessoas idosas que muitas vezes vivem a solidão, nos marginalizados, nos imigrantes". Bento XVI exortou as famílias "a viverem a dimensão cristã do amor nas simples ações cotidianas, nas relações familiares superando divisões e incompreensões, ao cultivar a fé que torna a comunhão ainda mais sólida". "Aquele que foi crucificado, que partilhou o nosso sofrimento, como nos recorda também, de modo eloqüente, o Santo Sudário, é aquele que ressuscitou e nos quer reunir todos em seu amor. Cristo enfrentou a cruz para colocar um limite ao mal" – disse ainda o Pontífice. O Papa exortou a Igreja em Turim a permanecer firme naquela fé que dá sentido à vida e que jamais perca a luz da esperança no Cristo Ressuscitado, "que é capaz de transformar a realidade e tornar novas todas as coisas" – concluiu o Santo Padre. Siga o Canção Nova Notícias no twitter.com/cnnoticias Conteúdo acessível também pelo iPhone - iphone.cancaonova.com

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