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Dia dos Fiéis Defuntos

domingo, 11 de setembro de 2011

XXIV DOMINGO DO TEMPO COMUM




Pe. Francisco IVO, CM 
XXIV DOMINGO DO TEMPO COMUM

DIA 11 DE SETEMBRO - DOMINGO

 Mateus 18,21-35
O capítulo 18 de Mateus, ao qual pertence o texto de hoje, procura mostrar aos seguidores de Jesus como viver a justiça do Reino dentro da comunidade, sobretudo em situações difíceis como, por exemplo, na questão do perdão. A pergunta de Pedro a Jesus demonstra que se trata de questão delicada: “Senhor, quantas vezes devo perdoar, se meu irmão pecar contra mim? Até sete vezes”. A parábola que segue é a resposta de Jesus. Ele mostra aos seus seguidores que, para entrar no Reino do Céu, é preciso superar a justiça dos doutores da lei e dos fariseus. De fato, a lei dos rabinos tinha chegado a um consenso sobre o número de vezes em que devemos perdoar quem nos ofendeu: era suficiente perdoar quatro vezes o mesmo erro. Pedro, ao fazer a pergunta, demonstra boa vontade em superar as barreiras da justiça humana codificada em quantidades numéricas. Ele imagina que sete vezes seja o limite máximo. Jesus vai mostrar que não se trata de números quantitativos. O perdão é questão de qualidade. Se não for total e contínuo não é perdão. Com isso amplia-se o que foi dito na oração do Pai Nosso: “Perdoa as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores”. Nós damos a Deus o método para nos medir. A resposta de Jesus a Pedro mostra que somente o perdão pode salvar uma comunidade da ruína: “Não lhe digo que até sete vezes, mas setenta vezes sete”, ou seja, sempre.
Na há limite para o perdão. A parábola do Evangelho de hoje contém três cenas sucessivas bem ligadas entre si. É uma comparação que ajuda a entender o que é a justiça do Reino. Na primeira cena encontramo-nos diante de um rei, que faz a gente se lembrar de Deus, que resolveu acertar as contas com seus empregados. Isso nos recorda que todos nós teremos de acertar as contas com Deus. A parábola vai logo ao que é mais importante, apresentando em primeiro lugar um empregado que devia dez mil talentos. Estranhamente, o texto não diz, em seguida, quanto o outro devia. É sinal de que cada pessoa deverá perguntar-se: A quanto chega a minha dívida com Deus? No seu conjunto, a parábola dá a entender que esse empregado que devia dez mil talentos somos todos e cada um de nós.
A parábola mexe com quantidades. Um talento de ouro pesava mais de 30 quilos. Ora, o empregado que somos nós tem uma dívida de dez mil talentos. É fácil fazer as contas. Maior é o susto quando chegamos aos resultados concretos: dez mil talentos é uma soma que ninguém conseguirá pagar. Mesmo vendido como escravo, junto com a mulher, os filhos e tudo o que possuía ainda não conseguiria saldar sua dívida. A segunda cena põe frente a frente aquele que foi perdoado e um de seus companheiros. Nesse caso, a dívida e insignificante se comparada com os dez mil talentos. A reação do empregado não é marcada pelas entranhas de misericórdia. Muitas vezes agimos exatamente ao contrário do que Deus faz conosco. O primeiro e único perdão é o que Deus nos concede gratuitamente. O resto é simplesmente misericórdia e gratuidade nas relações entre pessoas perdoadas. Não havendo misericórdia, também na haverá perdão por parte de Deus. Nossa dívida para com Deus, impagável, é inesperadamente perdoada, superando nossas expectativas e pretensões.
Que a palavra de Deus inflame nos corações para a prática do perdão.  Caso procedamos de outra forma Jesus nos diz que estamos autorizando a Deus para que nos trate da mesma forma com que tratamos nosso semelhante.

Uma ótima semana a todos!


Pe. Francisco Ivo

Paróquia São Pedro e São Paulo

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Noticias de Roma

Domingo, 02 de maio de 2010, 11h47

Papa venera Santo Sudário em Turim, norte da Itália

Da Redação

''Cristo enfrentou a cruz para colocar um limite ao mal'', diz Papa em Turim
Bento XVI realizou, neste domingo, sua visita pastoral à cidade de Turim, norte da Itália, para venerar o Santo Sudário, mortalha que teria envolvido o corpo de Cristo ao ser colocado no túmulo. O pontífice partiu esta manhã às 8h15 do aeroporto romano de Ciampino e chegou às 9h15 locais ao aeroporto de Turim, onde foi acolhido pelo Cardeal Severino Poletto, Arcebispo de Turim, e outras autoridades eclesiais, além dos representantes do governo e pelo prefeito dessa cidade. A seguir, o Papa se dirigiu para a Praça São Carlos onde foi acolhido por mais de 50 mil fiéis. Bento XVI agradeceu a população de Turim pelo caloroso acolhimento e iniciou a celebração da Eucaristia. Em sua homilia, Bento XVI ressaltou que no passado a Igreja em Turim "conheceu uma rica tradição de santidade e generoso serviço aos irmãos graças à obra de zelosos sacerdotes, religiosos, religiosas de vida ativa e contemplativa e de fiéis leigos". Sendo assim, as palavras de Jesus no Evangelho de hoje, 'Como eu vos amei, amai-vos também uns aos outros', "adquirem uma ressonância particular para esta Igreja, uma Igreja generosa e ativa, a começar por seus padres" – frisou o papa. O Santo Padre sublinhou que "amar os outros como Jesus nos amou é possível somente com aquela força que nos é comunicada na relação com Ele, especialmente na Eucaristia, em que o seu Sacrifício de amor que gera amor se torna presente de modo real". O Papa disse aos sacerdotes, diáconos, religiosos e religiosas de Turim, para que "centralizem sua existência no essencial do Evangelho; cultivem uma real dimensão de comunhão e fraternidade dentro do presbitério, de suas comunidades, nas relações com o Povo de Deus; testemunhem no ministério o poder do amor que vem do Alto". O Pontífice sublinhou que "a vida cristã, caros irmãos e irmãs, não é fácil; sei que também em Turim não faltam dificuldades, problemas, preocupações: penso, em particular, naqueles que vivem concretamente a sua existência em condições de precariedade, por causa da falta de trabalho, da incerteza pelo futuro, pelo sofrimento físico e moral; penso nas famílias, nos jovens, nas pessoas idosas que muitas vezes vivem a solidão, nos marginalizados, nos imigrantes". Bento XVI exortou as famílias "a viverem a dimensão cristã do amor nas simples ações cotidianas, nas relações familiares superando divisões e incompreensões, ao cultivar a fé que torna a comunhão ainda mais sólida". "Aquele que foi crucificado, que partilhou o nosso sofrimento, como nos recorda também, de modo eloqüente, o Santo Sudário, é aquele que ressuscitou e nos quer reunir todos em seu amor. Cristo enfrentou a cruz para colocar um limite ao mal" – disse ainda o Pontífice. O Papa exortou a Igreja em Turim a permanecer firme naquela fé que dá sentido à vida e que jamais perca a luz da esperança no Cristo Ressuscitado, "que é capaz de transformar a realidade e tornar novas todas as coisas" – concluiu o Santo Padre. Siga o Canção Nova Notícias no twitter.com/cnnoticias Conteúdo acessível também pelo iPhone - iphone.cancaonova.com

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