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Dia dos Fiéis Defuntos

domingo, 16 de agosto de 2015

Palavra do Nosso Pastor


   





PE Marcos José - CM

Evangelho  João 6,51-58
Domingo, 16 de agosto de 2015
20º Domingo Tempo  Comum




 

O pão vindo do céu


É Jesus mesmo quem o afirma: “Eu sou o pão vivo descido do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente!” “O Pão alimenta e une as pessoas. Cristo é o verdadeiro alimento descido do céu que nos fortalece na busca da eternidade. E a eternidade, que começa já, aqui e agora, consiste na vivência do poder amoroso de Deus operando em nós por meio de Jesus Cristo, pão vivo que vem do céu pela força do Espírito Santo. Jesus é o pão que nós tocamos, vemos e vivemos pela Palavra e pela Eucaristia que nos foram deixados como sustento.
 “Assim como o alimento é necessário para a vida do ser humano, o pão eucarístico é fundamental para a vida do cristão”. A carne e o sangue de Jesus são nutrientes que dão vida à nossa alma! Pela Eucaristia nós passamos a pertencer a Nosso Senhor e Ele passa a habitar em nós. 
Quem comunga o Corpo e o Sangue de Cristo fica semelhante a Ele e manifesta no mundo o Seu poder e a Sua glória pela vivência do Amor. Porém, para que possamos ter esta santa intimidade com Ele precisamos nos alimentar literalmente do Corpo e do Sangue de Jesus. “A minha carne é verdadeiramente uma comida e o meu sangue verdadeiramente uma bebida”. Ele jamais diz: “a minha carne e o meu sangue são simbolicamente uma comida e bebida”. O mistério é grande e ultrapassa a nossa compreensão humana, e, ao mesmo tempo, é profundo e cercado de amor. Esse amor maravilhoso que Deus tem para conosco.




Oração
Pai, que eu seja movido por ti, no processo de encontro com Jesus, para que, tendo-o encontrado, ele me instrua sempre mais a respeito de ti.


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Noticias de Roma

Domingo, 02 de maio de 2010, 11h47

Papa venera Santo Sudário em Turim, norte da Itália

Da Redação

''Cristo enfrentou a cruz para colocar um limite ao mal'', diz Papa em Turim
Bento XVI realizou, neste domingo, sua visita pastoral à cidade de Turim, norte da Itália, para venerar o Santo Sudário, mortalha que teria envolvido o corpo de Cristo ao ser colocado no túmulo. O pontífice partiu esta manhã às 8h15 do aeroporto romano de Ciampino e chegou às 9h15 locais ao aeroporto de Turim, onde foi acolhido pelo Cardeal Severino Poletto, Arcebispo de Turim, e outras autoridades eclesiais, além dos representantes do governo e pelo prefeito dessa cidade. A seguir, o Papa se dirigiu para a Praça São Carlos onde foi acolhido por mais de 50 mil fiéis. Bento XVI agradeceu a população de Turim pelo caloroso acolhimento e iniciou a celebração da Eucaristia. Em sua homilia, Bento XVI ressaltou que no passado a Igreja em Turim "conheceu uma rica tradição de santidade e generoso serviço aos irmãos graças à obra de zelosos sacerdotes, religiosos, religiosas de vida ativa e contemplativa e de fiéis leigos". Sendo assim, as palavras de Jesus no Evangelho de hoje, 'Como eu vos amei, amai-vos também uns aos outros', "adquirem uma ressonância particular para esta Igreja, uma Igreja generosa e ativa, a começar por seus padres" – frisou o papa. O Santo Padre sublinhou que "amar os outros como Jesus nos amou é possível somente com aquela força que nos é comunicada na relação com Ele, especialmente na Eucaristia, em que o seu Sacrifício de amor que gera amor se torna presente de modo real". O Papa disse aos sacerdotes, diáconos, religiosos e religiosas de Turim, para que "centralizem sua existência no essencial do Evangelho; cultivem uma real dimensão de comunhão e fraternidade dentro do presbitério, de suas comunidades, nas relações com o Povo de Deus; testemunhem no ministério o poder do amor que vem do Alto". O Pontífice sublinhou que "a vida cristã, caros irmãos e irmãs, não é fácil; sei que também em Turim não faltam dificuldades, problemas, preocupações: penso, em particular, naqueles que vivem concretamente a sua existência em condições de precariedade, por causa da falta de trabalho, da incerteza pelo futuro, pelo sofrimento físico e moral; penso nas famílias, nos jovens, nas pessoas idosas que muitas vezes vivem a solidão, nos marginalizados, nos imigrantes". Bento XVI exortou as famílias "a viverem a dimensão cristã do amor nas simples ações cotidianas, nas relações familiares superando divisões e incompreensões, ao cultivar a fé que torna a comunhão ainda mais sólida". "Aquele que foi crucificado, que partilhou o nosso sofrimento, como nos recorda também, de modo eloqüente, o Santo Sudário, é aquele que ressuscitou e nos quer reunir todos em seu amor. Cristo enfrentou a cruz para colocar um limite ao mal" – disse ainda o Pontífice. O Papa exortou a Igreja em Turim a permanecer firme naquela fé que dá sentido à vida e que jamais perca a luz da esperança no Cristo Ressuscitado, "que é capaz de transformar a realidade e tornar novas todas as coisas" – concluiu o Santo Padre. Siga o Canção Nova Notícias no twitter.com/cnnoticias Conteúdo acessível também pelo iPhone - iphone.cancaonova.com

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