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Dia dos Fiéis Defuntos

domingo, 1 de janeiro de 2012

DIA 1º DE JANEIRO - DOMINGO


Pe. Francisco IVO, CM 

 

DIA 1º DE JANEIRO - DOMINGO

MARIA, MÃE DE DEUS (Lucas 2,16-21)


Ano Novo, vida nova, é como costumamos dizer. Cabe a pergunta: Como será minha vida ao longo deste ano? Hoje é dia de festa e de transmitir votos de paz e de esperança. Como fazer com que isso não seja um simples e tímido desejo? Pois o resto do ano são guerras, ódio, violência, exploração e mortes. Há um bilhão e quinhentos milhões de pobres no mundo. Hoje é dia Mundial da Paz. Em nosso país, são muitas as expectativas no campo social, político, econômico, etc. Deus quer que nosso país seja repleto de sua bênção, nação plenamente fraterna e justa, pois esse é o projeto de Deus. Maria, cuja solenidade hoje celebramos, nos ensina a discernir a presença de Deus em nossa história. De fato, ele sempre se mostrou solidário com os anseios do seu povo, coroando de êxito suas lutas. Mas é em Jesus que essa solidariedade tomou forma definitiva. E é por meio dele, nascido de Maria, que podemos ter a certeza de que o futuro será melhor. Contudo, não bastam votos e boas intenções. A proposta de Jesus é exigente e envolve todas as pessoas de boa vontade. Quem se compromete com ele se torna promotor da paz e construtor de uma nova sociedade. Celebramos Maria, Mãe de Deus. Devemos essa festa às Igrejas Orientais, que, logo após o Natal, prestavam reconhecida homenagem àquela que nos trouxe o Salvador.
O Evangelho de hoje inicia falando da pressa que os pastores têm de chegar a Belém. Essa pressa caracteriza muito bem a expectativa dos pobres que receberam um anúncio extraordinário da intervenção de Deus, e não sossegam até que possam constatar pessoalmente a confirmação desse anúncio. Os pastores, sendo os primeiros aos quais é anunciado o nascimento do Salvador, demonstram a opção que Deus fez pelos excluídos. De fato, a imagem romântica dos pastores dos presépios não corresponde à realidade. Eles eram malvistos pelo fato de não respeitarem as propriedades dos outros, invadindo-as com seus rebanhos, e cobrando preços exorbitantes pelos produtos dos rebanhos. Conforme um documento babilônico de nome Tamud, dizia que um pastor não podia ser eleito a cargo de juiz ou testemunha nos tribunais, por causa da má fama e do desrespeito à propriedade.
É a um tipo assim de gente que é dirigido por primeiro o anúncio do nascimento do Salvador. E os pastores respondem ansiosamente a esse anúncio, indo apressadamente a Belém. O que encontram ao chegar não tem nada de extraordinário: um casal e um bebê deitado numa manjedoura. Mas isso é suficiente para eles compreenderem que ali está o Salvador deles, pois aquele bebê deitado na manjedoura é o sinal mais concreto da solidariedade de Deus para com os pastores. Jesus escolheu a linguagem da manjedoura para dizer-lhes que de fato ele é o Deus-Conosco. Nasceu excluído para os excluídos. Imediatamente os pastores se tornam anunciadores da salvação divina; já assimilaram a mensagem e agora evangelizam. Lucas dá a entender que junto a Maria, José e Jesus, há pessoas que ainda não haviam entendido a mensagem. E graças ao testemunho dos pastores, maravilham-se, ou seja, aderem a Jesus. De receptores da mensagem, os pastores passam a ser anunciadores.
A circuncisão era sinal da pertença a esse povo. Jesus assume os valores da sua gente. Porém sabemos que na sua prática consegue transformar esse universo de valores, dando-lhes nova forma e conteúdo. Para os semitas o nome é a carteira de identidade de uma pessoa. Revela quem é e o que faz. Essa identidade vem do próprio Deus. Jesus significa Javé salva. Portanto, tudo o que Deus quis dizer e fazer em benefício da humanidade encontra plena realização na vida de Jesus.
Mudemos nossa mentalidade, nosso jeito de encarar as coisas para termos em 2012 um verdadeiro ano novo; com nova vida e nova maneira de contemplarmos as pessoas e as coisas.

UM 2012 REPLETODE PAZ E SUCESSO A TODOS!

Uma ótima semana a todos!

Pe. Francisco Ivo
Paróquia São Pedro e São Paulo

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Noticias de Roma

Domingo, 02 de maio de 2010, 11h47

Papa venera Santo Sudário em Turim, norte da Itália

Da Redação

''Cristo enfrentou a cruz para colocar um limite ao mal'', diz Papa em Turim
Bento XVI realizou, neste domingo, sua visita pastoral à cidade de Turim, norte da Itália, para venerar o Santo Sudário, mortalha que teria envolvido o corpo de Cristo ao ser colocado no túmulo. O pontífice partiu esta manhã às 8h15 do aeroporto romano de Ciampino e chegou às 9h15 locais ao aeroporto de Turim, onde foi acolhido pelo Cardeal Severino Poletto, Arcebispo de Turim, e outras autoridades eclesiais, além dos representantes do governo e pelo prefeito dessa cidade. A seguir, o Papa se dirigiu para a Praça São Carlos onde foi acolhido por mais de 50 mil fiéis. Bento XVI agradeceu a população de Turim pelo caloroso acolhimento e iniciou a celebração da Eucaristia. Em sua homilia, Bento XVI ressaltou que no passado a Igreja em Turim "conheceu uma rica tradição de santidade e generoso serviço aos irmãos graças à obra de zelosos sacerdotes, religiosos, religiosas de vida ativa e contemplativa e de fiéis leigos". Sendo assim, as palavras de Jesus no Evangelho de hoje, 'Como eu vos amei, amai-vos também uns aos outros', "adquirem uma ressonância particular para esta Igreja, uma Igreja generosa e ativa, a começar por seus padres" – frisou o papa. O Santo Padre sublinhou que "amar os outros como Jesus nos amou é possível somente com aquela força que nos é comunicada na relação com Ele, especialmente na Eucaristia, em que o seu Sacrifício de amor que gera amor se torna presente de modo real". O Papa disse aos sacerdotes, diáconos, religiosos e religiosas de Turim, para que "centralizem sua existência no essencial do Evangelho; cultivem uma real dimensão de comunhão e fraternidade dentro do presbitério, de suas comunidades, nas relações com o Povo de Deus; testemunhem no ministério o poder do amor que vem do Alto". O Pontífice sublinhou que "a vida cristã, caros irmãos e irmãs, não é fácil; sei que também em Turim não faltam dificuldades, problemas, preocupações: penso, em particular, naqueles que vivem concretamente a sua existência em condições de precariedade, por causa da falta de trabalho, da incerteza pelo futuro, pelo sofrimento físico e moral; penso nas famílias, nos jovens, nas pessoas idosas que muitas vezes vivem a solidão, nos marginalizados, nos imigrantes". Bento XVI exortou as famílias "a viverem a dimensão cristã do amor nas simples ações cotidianas, nas relações familiares superando divisões e incompreensões, ao cultivar a fé que torna a comunhão ainda mais sólida". "Aquele que foi crucificado, que partilhou o nosso sofrimento, como nos recorda também, de modo eloqüente, o Santo Sudário, é aquele que ressuscitou e nos quer reunir todos em seu amor. Cristo enfrentou a cruz para colocar um limite ao mal" – disse ainda o Pontífice. O Papa exortou a Igreja em Turim a permanecer firme naquela fé que dá sentido à vida e que jamais perca a luz da esperança no Cristo Ressuscitado, "que é capaz de transformar a realidade e tornar novas todas as coisas" – concluiu o Santo Padre. Siga o Canção Nova Notícias no twitter.com/cnnoticias Conteúdo acessível também pelo iPhone - iphone.cancaonova.com

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